sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Relacionamentos: aprendizado sem fim

Quando a gente escolhe fazer Relacionamentos, o estudo nunca acaba. Está na sua vida o tempo todo! As observações, também chamadas de leituras, são infinitas


Eu tive uma relação de cinco anos que não foi um namoro. Foi a minha graduação em Relacionamentos. Ao longo dos dez semestres, os módulos incluíram Paixão Louca Que Não se Repete, Te Pego pela Mão, Bater e Assoprar para Iniciantes, Morando Juntos para Quem Não Nasceu para Isso, Traições e o Perdão, e ainda Família/Vida: Sua, Minha, Não Nossa.

Concluí a experiência com sucesso e me formei com a apresentação do meu TCR (Trabalho de Conclusão de Relacionamento) com o título “Companheirismo versus individualismo: a relação não dura se você não viver um pouco da vida do outro”. Essa foi a minha monografia. E monografia, você sabe, é escrita por uma pessoa só. Nada mais adequado para aquele momento.

Depois de uma breve pausa de três meses, a vida cuidou de me colocar na especialização que eu buscava para me desenvolver no caminho que eu deveria: O Amor na Vida a Dois.

Desta vez uma experiência com menos técnica e mais interpretação. Claro que a gente sempre usa a referência que teve para aplicá-la nas novas disciplinas.

Que delícia de estudo. Foram dois anos de especialização. Então terminei. Cumpriu o objetivo: aprendi a amar e, principalmente, a como é ser amado, então você retribui, aí você recebe de volta e o ciclo segue gostosamente.

Meu último trabalho ao final da especialização foi: “Quando o entusiasmo acaba, o Amor segura uma relação entre jovens?”. Infelizmente não consegui concluir este trabalho como poderia. Sabe como é, né? Prazo para entregar, decidir, resolver o que é preciso. Aquela aflição que nada dá jeito. Mas concluí: o desânimo pesa e, realmente, só o amor não consegue segurar o namoro sozinho.

Quando a gente escolhe fazer Relacionamentos, o estudo nunca acaba. Está na sua vida o tempo todo! As observações, também chamadas de leituras, são infinitas. Há muito mais possibilidades que a Medicina, por exemplo. São tantas áreas para atuação, aprendizado, mudança de rumo e conhecimento que fica difícil imaginar até onde podemos chegar em nosso aprendizado.

Concluídos os dois cursos, tirei um tempo para mim. E não estudar assuntos impostos é sempre o jeito mais completo de estudar a si mesmo.

Quem sabe daqui a pouco algo me empolgue para voltar a este meu desenvolvimento se surgir a possibilidade de um mestrado interessante?


Por enquanto só imagino o quanto uma nova experiência pode ser boa graças ao que aprendi com a graduação e a especialização. 



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6 comentários:

Anônimo disse...

O que não vai faltar é gente para fazer esse trabalho em grupo. Ops! Em dupla!

Matheus Farizatto disse...

Hahahahaha! Dupla. Dupla está ótimo já rsrs.

Lucimara Souza disse...

Matheus, o mestrado interessante virá no dia exato e na hora certa. Acredito nisso...
Curta, por enquanto! Quem sabe uma nova especialização que futuramente vá desencadear nesse outro nível...
Bom, a verdade é que, em se tratando de "Relacionamentos", o estudo deve ser contínuo, como você bem disse, afinal, cada dia é uma surpresa e temos que enfrentar, seja ela boa ou não.

Você é demais! Sua graduação e especialização renderão a você deleitosas experiências (hummmmmm), tenho certeza!!!


Estou meio sumida dos blogs. Estou organizando meu livro pro início do ano que vem. ;)

Raul Corrêa disse...

Agradeço por ter sido material do seu estudo.

Raul Corrêa disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Matheus Farizatto disse...


Lu, que assim seja!
Que surja quando eu estiver pronto para a nova dedicação que o mestrado pede! rsrs
Quero saber sobre o seu livro! Que orgulho de você, gente!
Passe sempre. O Caneca é seu. Obrigado demais pelo comentário <3

Raul... Você não é material rsrs. Você é experiência boa de viver ;)