quinta-feira, 6 de março de 2014

Tem filme, tem série

“Se uma criança pode ter um cachorro, um cachorro também pode ter uma criança”. Assim o juiz dá o direito de adoção do bebê Sherman ao cão Peabody na animação em exibição nos cinemas, “As Aventuras de Peabody e Sherman” – pode parecer bobo, mas, calma.

Com um trailer que mostra, praticamente, apenas o cachorro e o garoto viajando em uma máquina do tempo, o longa me surpreendeu por – divertir também, mas – mostrar de forma discreta as formas de amar, a realidade das novas famílias, diversidade e o quanto é feio o preconceito – entenderam, crianças?




O próprio Peabody, quando ainda filhote, não foi adotado no canil em que vivia – enquanto todos os cãezinhos eram – por ser diferente, por não se comportar como os demais.

De quebra, o filme ainda dá uma breve aula de história com curiosidades sobre períodos antigos enquanto pai e filho viajam no tempo com a máquina criada pelo cachorro super dotado – no sentido de inteligência, entenderam, crianças?

Então... Muito legal! Corre que dá tempo de assistir na telona. Gosto dublado e em 3D para não perder nada da animação tão bem cuidada.

Bem, este não é um blog sobre cinema, séries e pirataria por meio de download, mas, já que comecei, gostei – na verdade, estes assuntos (menos o “pirataria”) são postados em drops no Face do VJ. Curte, gente!

Não sentia isso desde a estreia da primeira temporada de “Lost” – que acabou do jeito que acabou que era melhor nem “acabar acabando”, enfim – e a série “Under the Dome” me fez muito feliz com seus mistérios viciantes do tipo “não se alimente nem durma e falte ao trabalho para assistir ao próximo episódio”.

São 13 na, já terminada, primeira temporada e a segunda começa em junho – dá tempo de assistir a todos os primeiros episódios com pouco mais de 40 minutos cada e ainda dar o que fazer para se distrair, como eu neste momento, enquanto espera pelo início da continuação.



A história é do gênio sem noção Stephen King (“Carrie, A Estranha”, “It – Uma Obra Prima do Medo”, “O Ilumidado” e outros mais) que escreveu sobre uma pequena cidade que, do nada, é isolada por uma redoma indestrutível que cai do céu e começa a fazer coisas sinixxsstrazzz acontecerem.

Eu gostei e por isso você também tem que gostar, afinal, você acompanha este blog. Mentira. Bom, tem sim. É nada.


Se assitiu a um desses, me conta. LUvy.

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