sábado, 21 de agosto de 2010

Idas e vindas – parte I


Descobri que algumas coisas eu posso fingir estar bem. Me forçar a seguir certo caminho. Deixar pra lá. Seguir em frente. É como continuar em um emprego que não me realiza, mas por um tempo insisto nele por necessidade. Descobri que é possível relevar, sim. Mas que ainda assim, não me enganerei por muito tempo – eu peço demissão!

Funciono como um carrinho no Supermercado Vida. Tenho quatro rodinhas. Cada uma simboliza um aspecto: Família, Amigos, Emprego e Amor. Se três delas funcionam bem, essa quarta – sem ordem de importância – pode ser arrastada pelas outras. Já comprovei isso! Por mais que fique difícil empurrar o carrinho, ele anda! Mas não há como fingir isso, essa quarta rodinha estava travada.

Ela deixou de rodar. E não foi naturalmente. Eu a fiz parar para segurar o que ela poderia me trazer. Travei o amor na base do carrinho que leva a minha vida adiante. Se eu posso destravar essa rodinha? Claro. Afinal, o amor ainda existe em mim. E isso é uma coisa que não se pode fingir nem abafar, nem mesmo relevar, pois ele não muda. Não há como eu me enganar – portanto, estou colocando essa rodinha para girar!

E meu carrinho aos poucos volta a andar sem difuldade alguma. A rodinha que dificultava volta pouco a pouco ao ritmo das outras três. E meu carrinho segue completo para eu enchê-lo de coisas boas que VOCÊ SÓ ENCONTRA AQUI, NO SUPERMERCADO VIDA! – merchan: espaço para a publicidade que mantém esse blog.

Por que eu mesmo travei essa rodinha? Porque ela começou a capengar. Quem prestava manutenção a ela, deixou-a de lado por um tempo, preocupando-se somente consigo mesmo e suas quatro rodinhas. Então, eu assumi essa manuteção. E em pouco mais de um mês eu a deixei travada. Foi tempo suficiente para eu aprender a fazê-la girar de um jeito que – caso ela volte a vacilar – eu já aprendi como consertá-la sozinho.

OBRIGADO POR TER LIDO A PRIMEIRA PARTE!
Se ainda estiver com paciência e tempo, tem a SEGUNDA PARTE logo abaixo (risos).
E como esse tipo de post – apesar de compartilhar experiências e aprendizado – são sempre meio CAFOOONAAS, trago a CAFONICE projetada em vídeoclipe! VALE MUITO A PENA VER! Não saia sem essa! O clipe é de 1983. E VEJA A LETRA!



5 comentários:

Grace Kelly Cano disse...

Estou adorando....e continuo na parte II...lá eu comento!!...rs...

emilly disse...

Muiito bom e muiiito criativoo, estarei acompanhando seu blog, mais quero deixarrr minha observação quando vc usa as rodinhas do carrinho como principais referências de nossas vidas, eu diria ainda que a nossa vida é como um TREM e que os vagões são as referidas rodinhas, se o trem perder um vagão o mesmo já não pode andar como antes assim é a nossa vida!!!!
Grande Bju

Lucimara Souza disse...

Matheus,

Primeiro quero agradecer pelo e-mail que recebo pra vir aqui conferir suas atualizações.

Depois, dizer que adorei o texto e a analogia com o carrinho de supermercado.
Muito bom!
A cada manutenção, sua rodinha se fortalece, não é? Então, viva, simplesmente! E viva bem... Você é assim, por isso será muito mais feliz do que já é hoje.
Bjs no coração!

Tô indo lá pra parte II... perae

Marcia Silva disse...

Que texto otimo!!Adorei seu blog!!
Marcia

Matheus Farizatto disse...

Oi, Milly! Que bacana ter você como a mais nova seguidora do blog. SEJA BEM-VINDA!
Você tem razão, o exemplo do trem e seus vagões também mostra bem isso, afinal, com menos vagões esse trem já não possui a mesma carga/vontade para seguir em frente. BJOS!

LU! Você como sempre uma gracinha. Pois é, eu funciono dessa forma: "a cada manutenção, essa rodinha se fortalece". A tendência é sempre melhorarmos, não é mesmo? MUITO OBRIGADO! Um bjo também nesse CORAÇÃO ENORME que você tem!
Tô correndo pra te encontrar na parte II (risos)...

Olá, Marcia. SEJA M.U.I.T.O.BEM.V.I.N.D.A!
Por favor, esteja sempre por aqui com a gente. E obrigado por esse primeira visita. BJÃO!